Ser Japonês.a no Brasil Sansei –
Cultura Nipônica em contraste com o Brasil:
Ser Japonês.a no Brasil Sansei; a maturidade e a civilidade da cultura japonesa é de se admirar: seus valores éticos e morais, seu esforço, baixíssima criminalidade, conquistas acadêmicas e tecnológicas, etc. Contudo, quando há um excesso de perfeccionismo, ele deixa de ser importante para realização de algo sério e passa a ser um enorme peso. Por isso é difícil e contrastante ser japonês.a brasileiro.
Quando torna-se uma cobrança exagerada, a criança/adolescente/adulto pode estressar-se em um extremo tão grande que leva a depressão, hiper-estresse, e até vir a falecer (jovens adultos).
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Japonês.a (orientais e outras culturas no Brasil):
Não é fácil ser de uma cultura tão distinta (judaica, árabe, escandinava…) convivendo com a nossa. Os problemas decorrentes de viver num país com valores dispares podem atrapalhar os relacionamentos pessoais, profissionais e afetar a identidade da pessoa. Cito como exemplo situações de maus tratos, perpetrados por colegas escolares, ou o sentimento de isolamento trazido pela diferença cultural. Há problemas na escola e de relacionamento pessoal, sentimento de isolamento por viver em um país de valores tão diferentes. Afetando a identidade da pessoa nos relacionamentos sociais, profissionais e pelo bullying recebido.
Especificamente no caso japonês (poderia ser no germânico); vou tocar no ponto mais comum, a ‘cobrança perfeccionista’ e o ‘guardar os sentimentos’.
Para além dos problemas acima citados, que ocorrem no Japão, uma pessoa que recebeu uma educação nesses moldes (responsabilidade, ética e cobrança), vivendo no Brasil; que é um país pré-adolescente e “muito flexível”, há um choque constante dessas diferenças, que acompanha sempre a pessoa.
Um caminho pode ser unir o que as duas culturas têm de bom. Contudo, é se aprofundar no autoconhecimento, fazendo acordos consigo mesmo, aceitando as dificuldades do Brasil e da cultura dos pais/avós, que se terá uma existência saudável e enriquecedora.
Muitas vezes o analisando que procura a psicoterapia, tem questões de uma criação rígida, tornou-se rigoroso e, por estar aqui no Brasil, percebe que a flexibilidade das pessoas também tem seus pontos positivos. O problema, no caso de rigor e tranquilidade, é sempre o excesso. Se um oriental (ou mesmo brasileiro), conseguir conciliar bem determinação e abertura, será uma pessoa mais desenvolvida.
Bullying:
Por vezes, dependendo do ambiente, geralmente na escola, mas nos casos dos orientais, em qualquer lugar, inclusive na família, o que chamo de ‘bullying familiar’, ocorrem situações onde pelo simples fato de a pessoa ser diferente, ser apelidada de palavras com tom pejorativo como “japa”, “zóio puxado”, “baixinho”, “palito(por ser magro, mas no caso das mulheres)”, etc. E/ou esse destrato pode se por inveja pelo oriental se destacar nas notas escolares, mas aí vem o famoso apelido em tom negativo de “CDF”. Sugiro usar a ‘indiferença’, pois isso desanima as pessoas a continuarem com o bullying.
Ser Japonês.a no Brasil Sansei:
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