Bacellart

Psicólogo USP com 31 anos de experiência
clínica e 59 anos

Consultório próprio na Av. Paulista.
Bela Vista, São Paulo, SP, Brasil - e online

Psicoterapeuta humanista da evolução psicológica e existencial

Você poderá se identificar com minha atuação se busca:

Botões autoconhecimento:

O site foi concebido por mim;

assim, os temas abaixo te ajudarão a me conhecer melhor e, depois, se for o caso, ter uma conversa comigo e decidir pela terapia.

Vamos plantar
o seu futuro.


Tensões afetivas, familiares, sociais e profissionais podem
se originar de ter ou evitar conflitos nos vínculos:

Podem afetar a autoestima, a confiança, levando a pessoa se retrai e a se endurecer.

- Na psicoterapia, desenvolveremos:

foto de 4 pessoas em desacordo, conflitos sociais, tensões na relação

Supervisor sênior de psicólogas/os

Desde 1996 convidado às aulas de doutorado e grupos de estudos e debates

Poder fazer ou poder ser?

"Vivo no automático, funciono bem como
uma máquina e otimizo tudo.
Me falta algo, um sentimento, o quê?"

"Sou do bem, adequada e uma ótima
ferramenta (uma coisa) para o fazer. Mas continuo em um vasto vazio..."

A exigência pode ser necessária; a dor psicológica é quando já não conseguimos sair dela.

Hipercompetitividade e autocobrança: quando o padrão de excelência
se transforma em impaciência consigo e com as pessoas.

Angústia: falta de propósito, vazio,
não familiaridade, estranheza, perdição:

imagem de homem angustiado, se perguntando: para onde vou e para quê?

©"O Sentido Preferível":

- "Sendo psicólogo, proponho em minha tese: ele é a fundação saudável para sermos e o que nos movimenta, por menor que seja".

- "Sem ele, o viver será insuportável".

MInha formulação é citada na

WIKIPÉDIA reconhece Bacellart Psicólogo da USP pelas suas contribuições a respeito da esperança em todos nós

É minha disponibilidade para contato entre consultas. Você não estará só

'toaquipsi'

Perguntas frequentes sobre a psicoterapia:

A experiência do psicólogo conta muito na psicoterapia, tanto pelo desenvolvimento adquirido ao lidar com situações que não vemos no doutorado, como saber como lidar, e uma série de questões que envolve a psicoterapia. Mas junto com a prática, tem a vivência pessoal do psicólogo, que conta muito, sobretudo para uma relação terapêutica saudável.

Sou participativo e faço perguntas para compreender melhor seu momento e como você é. Não conduzo a sessão como um bate-papo informal: trata-se de uma consulta psicológica no estilo humano. Contudo, adapto minha participação ao que você precisa e/ou necessita (são situções diferentes), e de acordo com seu momento.

Na minha proposta sobre o preferível, ou a esperança, não me parece que o termo 'desesperança' seja absoluto. Pois proponho que uma existência sem 'sentido esperançoso' é insuportável; afinal, seria para quê? Se você pesquisou na internet, abriu o site e chegou até aqui, lendo, é por haver uma mínima esperança, uma mínima expectativa de benefício.

Eu estou comprometido e aberto para ajudar o ser humano que está comigo, numa relação horizontal, pois também sou humano com minhas dificuldades (embora eu tenha trabalhado bem essas questõesem uma ótima psicoterapia que fiz). Sem julgamentos negativos, a proposta é ajudar no que você precisa e quer.

Sim, é seu direito, mas desde que, sempre combinando com o máximo de antecedência.

Divisores de blocos, estilo madeira

Criei o projeto para aproximar terapeutizandos que precisam de atendimento psicológico de psicólogos voluntários.
Amadurecemos na conexão humana.

Lidar de modo significativo com o tema da morte:

Vivemos orientados para o futuro: metas, projetos, desejos, legados
e outros direcionamentos que virão. Minha formulação
do “sentido preferível” procura compreender aquilo que nos move.

Desenvolver uma relação mais consciente com a morte pode ser saudável; assim,
não precisamos fugir dela ocupando-nos continuamente para não lembrar nosso destino.
Essa fuga pode ser estressante, financeiramente cara e alienadora, além de contribuir para ansiedade e depressão.

A finitude não diminui a vida; pode clarear o que realmente merece ser vivido.

Solidão existencial: não ter com quem compartilhar quem você é

Quem examina com maior profundidade a si mesmo,
as relações e o próprio viver, dificilmente encontra
com quem possa compartilhar o que pensa, sente e faz.

Mesmo considerado inteligente e sensível, você pode sentir-se
(e realmente ser) pouco visto e sem pertencimento.

Não se sentir reconhecido é difícil. Aqui, você encontrará
um interlocutor capaz de te compreender e te acompanhar
.

imagem de homem isolado, estudando e com ideia para ajudar ONGs
Divisores de blocos, estilo madeira

— "O que sustenta o sentido do seu viver?"

Poder:

- "O que você faria se pudesse tudo e ninguém visse? Admite isso a si mesmo?"


Limite:

Como lida com limites naturais da vida, nos outros e os nossos? Aceita-os? Fustra-se?

O que mais vale?

-Para que ter sempre algo a mais? e o quanto será 'suficiente'?


Relacionamentos?

O quanto, realmente, eles são prioridades? Não precisam ser, mas é bom ter claro isso:
- Intimidade, aceitação, abertura, escuta acolhedora

O autoconhecimento ajuda a entender do que você necessita,
o que deseja, suporta e para onde, mais consciente de si, decide seguir.