É trabalhoso ser jornalista, matérias onde eles ficaram 1,5 hora só no consultório; com o tempo de arrumarem a iluminação, o som, desmontarem, se exibido (as vezes entra outra matéria urgente); não é compatível ao que o expectador vê em poucos minutos, além disso ele precisa deslocar-se para as entrevistas. Claro que entrevista para rádio, revista e jornal é bem mais fácil.
Os jornalistas sempre me trataram bem, enfim todo o pessoal da tv, incluindo câmeras, etc. Para qualquer entrevista que não seja ao vivo, é relativamente tranquilo; precisando de uma pausa, um resposta não boa, é só pedir um tempo e refazer. A dificuldade, é para auditório ao vivo, como no vídeo abaixo, em programa de conflitos familiares; onde os problemas continuavam no palco, ao meu lado, é uma situação tensa, que exige respostas rápidas; administrando o conflito (inclusive nos intervalos), e tentando diminuí-lo.
Nas entrevistas, ou melhor, nas experiências como entrevistado; o mais importante é ficar a vontade, saber que não vai sair tudo certo, que sempre poderia ser melhor, mas que ajudei as pessoas que assistiram/leram/ouviram; e também ao nobre jornalista, que ajuda o desenvolvimento do nosso país, mostrando a vida e conscientizando as pessoas de diversos assuntos.