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Como Melhorar a Resiliência no Trabalho Flexibilidade Bacellart Psicólogo

Foto de Bacellart

Bacellart

Psicólogo Experiência USP Av Paulista Presencial ou Online

Como Melhorar a Resiliência no Trabalho Flexibilidade Bacellart Psicólogo

Como Melhorar a Resiliência no Trabalho Flexibilidade Bacellart Psicólogo

Como Melhorar a Resiliência no Trabalho Flexibilidade Bacellart Psicólogo

Bacellart Psicólogo USP Paulista - O ensaio poderá ser reproduzido, desde que citado o autor.

Como Melhorar a Resiliência no Trabalho –

Flexibilidade na Empresa:

7º Capítulo do Livro Desenvolvimento Profissional através do Pessoal.

Nelson Mandela:

“A maior glória em viver não está em jamais cair, mas em nos levantar cada vez que caímos.”

A imagem que gosto da resiliência, é a do bambu: quando vem uma forte ventania, ele verga e volta ao estado inicial quando a tempestade cessa. Já a árvore, que está bem fincada ao chão, firme, seria o indivíduo inflexível, que não dá o braço a torcer, não aceita adversidades; e nessa ventania, como a árvore, cai. – Como Melhorar a Resiliência no Trabalho.

Então, resiliência, é a capacidade do terapeutizando / analisando, de lidar, sobretudo com situações desagradáveis. Visto que sempre teremos acontecimentos ruins em nosso viver; e se não tivermos flexibilidade para lidarmos com eles; aqui no caso profissional, nosso rendimento cairá, trabalharemos com desgosto, sem concentração, tristes e irritados. É esse o sentido que as empresas empresas focam nesse termo. 

Mas, por paradoxo que seja, a resiliência pode ser também para situações muito boas; como o colaborador ser promovido para um cargo que  almejava muito (e de preferência estava preparado); pois pode ficar numa euforia enorme, levando a palpitações no coração e até arrogância.

Na resiliência, abandonamos fantasias de que algo é muito ruim ou muito bom. E no caso de problemas, nos lembramos que aos poucos vamos nos empenhar e consertar o estrago.

Enfim, atitude resiliente, é uma adaptação a uma nova situação. Na situação desconfortável, esse ajustar-se não é apenas de forma passiva e sem esperança. Esse adaptar-se é para absorver o impacto, mas com vistas a recobrar-se e seguir adiante.

 

Resignação 

Um termo que pode ser confundido com resiliência, quando a probabilidade de melhora é nula ou mínima; mas conforme a personalidade fortalecida do indivíduo for, é uma qualidade extraordinária para lidar numa situação muito pesada; por exemplo, por um problema de saúde, o colaborador não terá condições de evoluir na empresa, séria tendinite Lesão por Esforço Repetitivo, LER; pela digitação; e precisará, por exemplo, trabalhar em um programa de treinamento.

 

© Copyright – Bacellart Psicólogo USP Paulista – Capítulo de seu Livro Registrado na Biblioteca Nacional – ISBN 978-85-7138-233-6.

 

Crise – Resiliência como aprendizado:

Crise, tem um sentido positivo e semelhante a resiliência, que é ‘mudança’. Como na resiliência o foco é nos adaptarmos a uma situação negativa; unindo os dois termos, teremos a proposta de ‘ajustamento e mudança’, e assim, analisando o problema e buscando soluções para superar a crise. E lembrando do bambu que vergou, voltaremos ao nosso estado inicial, pré-crise, mas, aproveitando a experiência a qual passamos, preferencialmente retornaremos a um estado melhor do que antes da crise; por exemplo, como na crise financeira mundial no final de 2008. 

Assim como há, como penso, o “estresse positivo”; que nos leva a batalhar para resolver uma questão, por exemplo, enfrentar a concorrência, é através dessa desordem / crise / problema; que ao acolhermos essa situação difícil, teremos mais calma e discernimento para revertê-la. Assim, enfrentaremos as diversidades, falta de controle e pressões que fazem parte da existência, sem tanta dor.

 

Há um “limite” para a resiliência:

Dependendo do quão terrível for a situação que o indivíduo esteja; por exemplo a perda de uma filha, não há como esperar que o indivíduo tenha uma rápida recuperação, por mais resiliente que seja. Há então, que se considerar o “peso da cruz” para levar em conta o quanto ele está sendo resiliente ou não. No exemplo acima será muito difícil de lidar, sobretudo sem ajuda.

 

O que chamo de Resiliência “negativa” – 

O caso de o colaborador estiver se esforçando demais para lidar com o problema, desgastando-o enormemente:

   1) Observar se está em um estresse em grau alto, podendo inclusive levá-lo a uma síndrome de Burnout.

   2) Cuidado para entrar em colapso psicológico, / comportamental ou físico.

    3) Prestar atenção se entrou em depressão.

   4) Excesso de aceitação, pode levar a uma sensação de impotência para consigo e a vida, repercutindo na proatividade e demais competências profissionais.

 

Facilidades Psicológicas Comportamentais – Acatar o sofrimento não significa concordar:

     1) ‘Humildade Positiva’ – submissão à vontade de alguém e/ou da situação. Nomeio ‘positiva’, pois em determinadas situações, essa palavra pode ter uma conotação negativa, como “pequeno”, “pouco valor”, “perdedor”, “fraco”. Contudo, a vejo como o oposto, a virtude de entender suas limitações, não como um problema seu, mas devido a várias circunstâncias como: falta da oportunidade de uma família que bancasse intercâmbio em país civilizado; seu gestor pode ter menos idade, e que você precisar acatar muitas decisões dele; mas, lembre que ele sempre estudou em escola internacional de alto padrão enquanto você precisava trabalhar para seu sustento básico, ele pôde fazer mestrado no exterior e você precisava juntar dinheiro para dar entrada no financiamento de seu imóvel.

Ou seja, não há como comparar-se com esse gestor; há que exercitar a resiliência, entender a questão não como uma “fraqueza” sua, mas como circunstâncias da vida; e, no que digo “na força da humildade”, ir trabalhando – emocionalmente e profissionalmente – seu crescimento em todos os sentidos; e, se for o caso, acatar que talvez não possa chegar nos altos escalões pois a competição é injusta; por exemplo uma empresa conservadora, no estilo do século passado, onde a mulher não ascendia.

     2) Equilíbrio emocional – Inteligência para entender a situação e aceitá-la.  

     3) Indivíduo Compreensivo, ponderado; ou seja maduro – que entende que as dificuldades da vida, de si e do outro fazem parte da existência.

 

Dificuldades Psicológicas Comportamentais:

      1) Foi protegido, teve seus desejos atendidos; não se acostumou a ser um bom perdedor.

       2) Necessidade de controle.

    3) Distúrbio de Alta autoestima; quem é arrogante não admite ceder, não ‘dá o braço a torcer’.

       4) Falta de ESPERA-nça: Temporalidade – tempo psicológico – para aguardar o retorno de como era antes do problema acontecer; e, quiçá, uma melhora do que era até antes da dificuldade surgir. Por exemplo: o projeto que você criou para a empresa, foi aceito e colocado para funcionar, contudo teve resultados negativos. Naturalmente que isso te afetou, inicialmente é normal ficar chateado; mas se resigna, absorvendo o impacto ruim sem prejudicar o andamento do seu trabalho. Em espera – atento ao futuro – agora em esperança; se mantém, ao menos com uma mínima dose de estímulo, para que você conserte o problema que causou e encontre outra solução para outra contribuição para a empresa.   

   5) Firmeza na inteireza de seu EU: a maleabilidade, certos indivíduos tem o receio de ‘perder-se de si mesmo’, pois sentem que na postura elástica, abalará as estruturas básicas de sua personalidade / comportamento, algo que não suportará.

     6) Rígidez – TOC – Educação e referenciais da vida rigorosos, ou desequilíbrio emocional sério; o jeito básico de um indivíduo assim ser, é justamente a inflexibilidade e infelizmente para ele será o que tem mais dificuldade em melhorar.

 

  

Espero Ter Ajudado!

 

Espero Ter Ajudado!

Bacellart Psicólogo – página inicial

(11) 9.7168-7333
CRP de SP - 06/45865
De Fev. de 1995

Presencial, consultório
na Av. Paulista, 2001
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